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| O Operário despediu-se com honra do campeonato regional de juvenis, conseguindo na recepção ao Lusitânia a vitória que escapou noutros momentos e que impossibilitou a equipa de discutir a conquista do ceptro até ao fim da competição. A vitória por 1-0 diante dos leões de Angra do Heroísmo é o corolário natural do trabalho desenvolvido ao longo da época, pecando apenas pela falta de sorte pois os pupilos de André Branquinho foram quem melhor futebol praticou e quem mais merecia conquistar o título. No entanto, os triunfos fazem-se com golos e nesse aspecto também há que dar mérito às defesas contrárias, principalmente ao guarda-redes do Salão, quiçá o maior responsável pelo facto do Operário não ter conseguido vencer as duas partidas com os faialenses. Em relação às provas de âmbito local, os iniciados retomaram o caminho dos triunfos após golearem o Santo António por 4-0, nas Figueiras, renovando as possibilidades de alcançarem um lugar no pódio na Taça João Maciel. Os infantis, já apurados para a terceira fase do campeonato, consentiram na última jornada a primeira derrota ao perderem com o Santa Clara por 3-4. Já o jogo dos juniores não chegou ao fim devido ao nevoeiro. A partida com o Águia, disputada nos Arrifes, foi interrompida no início da segunda parte numa altura em que os fabris já venciam por 4-0. |
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